Ansel Adams: America foi uma das últimas obras de Dave Brubeck, lenda do jazz falecida em 2012. Composta por Dave em parceria com seu filho, Chris, trata-se de uma homenagem sinfônica àquele que é considerado um dos artistas mais importantes da história dos Estados Unidos. Para Brubeck, o fato pouco conhecido de que Ansel Adams (1902 – 1984) havia treinado para se tornar um músico clássico (pianista, como ele), influenciou fundamentalmente a obra do fotógrafo. Os dois artistas têm ainda muito em comum: ambos são de São Francisco, Califórnia, e visitaram o vale do Yosemite aos 14 anos, em 1916. Foi nesta viagem, aliás, que Ansel tirou suas primeiras fotografias com uma Kodak nº1 Box Brownie que ganhou de seus pais. Seus registros desse parque, para o qual voltou todos os anos até o final de sua vida, tornaram-se suas imagens mais conhecidas.

Para chegar a esse número, é preciso entender como o olho funciona. Manuel Menezes de Oliveira Neto, doutor em Ciência da Computação e professor da UFRGS, explica que, através de movimentos rápidos, o olho faz uma varredura da cena de modo contínuo e envia essas informações ao cérebro, que as combina e compõe as imagens.

Recurso técnico-artístico empregado com a finalidade de criar uma ilusão de ótica, como indica o sentido francês da expressão: tromper, "enganar", l’oeil, "o olho". Seja pelo emprego de detalhes realistas, seja pelo uso da perspectiva e/ou do claro-escuro, a imagem representada com o auxílio do trompe l’oeil cria no observador a ilusão de que ele está diante de um objeto real em três dimensões e não de uma representação bidimensional. O objetivo do procedimento é, portanto, alterar a percepção de quem vê a obra. 

O David de Michelangelo corre o risco de cair sob o próprio peso. A estátua de mais de 500 anos tem 5 metros de altura, 5,5 toneladas e tornozelos fracos, que podem ceder sob tamanha pressão.  De acordo com uma pesquisa publicada pelo periódico Journal of Cultural Heritage, pequenas rachaduras foram encontradas nas pernas da estátua e no ramo de mármore que Michelangelo esculpiu para lhe servir de apoio.

Ao falar de fotografia, geralmente o foco são as câmeras, as técnicas, as lentes e, até mesmo, as possibilidades de tratamento em softwares de edição, com isso, a parte mais importante da arte acaba sendo deixada de lado: a composição, uma foto feita com um equipamento simples que seja bem composta ainda é uma imagem muito mais relevante do que uma captura feita com equipamento de ponta, mas sem nenhuma preocupação com sua estética, engana-se quem acredita que, para fotografar bem, basta comprar uma câmera “grande” e entender de Photoshop, uma boa composição não pode ser feita com programas de edição e pode depender, no máximo, do tipo de lente utilizada.

Escuto alguns mitos desde que comecei a me interessar pela fotografia, e eles continuam aparecendo ainda hoje. Não acredite! Canon é melhor que Nikon, ou Nikon é melhor que Canon, Escuto bastante gente comentando que “ouviu dizer que tal marca é mais nítida” ou “que tal marca é mais barata”. A verdade é que todas são caras e todas tem diferenças muito pequenas na qualidade técnica final da imagem. Diferenças que normalmente não são nem visíveis.

Michelangelo viveu ao longo da última fase do Renascimento e na transição para o Maneirismo, uma época de intensos conflitos sociais e profundas mudanças na vida cultural. Quando jovem absorveu as lições do primeiro Renascimento, que estabelecera uma série de cânones técnicos e estéticos para a representação artística. Esses cânones haviam sido estabelecidos sobre uma forte tendência de recuperação na arte e na cultura da tradição clássica da Antiguidade, que se desenvolvia desde séculos antes a partir de uma série de descobertas de textos de filósofos e outros escritores antigos, especialmente neoplatônicos helenistas e oradores, poetas, políticos e historiadores romanos, e de peças de arqueologia.

 

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